Contra a separação do Social e do Futebol? Grupo de conselheiros, chefiados por Newton do Chapéu, está lutando contra a profissionalização do clube

Um grupo de conselheiros comandados por Newton Ferreira, o Newton “do Chapéu”, está mobilizado e em campanha contra a alteração estatutária que busca a profissionalização do clube e a separação do social do futebol. O estudo que iniciou logo após o Novo Estatuto entrar em vigor, foi apresentado e recebeu duros questionamentos. O primeiro ataque consistia nos autores. Como o intuito era avaliar o conteúdo, o ex presidente e atual membro do Conselho de Administração, José Pimenta, foi escolhido como cabeça do novo estudo e responsável por montar uma nova comissão. Nem isso freou o movimento contrário a esta mudança. Veja uma divulgação recente do próprio Newton do Chapéu e uma outra nota no final da matéria mais antiga:

“Depois de muita conversa e discussões, resolvemos apresentar somente 3 propostas de alteração estatutária, que são:

1) Atualmente na eleição de vitalícios, podemos votar em 3 candidatos

Sugestão:

Poderemos votar em 50% da quantidade de candidatos, proporcionais às vagas disponíveis, põr exemplo:

Votação de 6 vagas, votamos em 3 conselheiros

Votação de 10 vagas, votamos em 5 conselheiros

Desta daremos oportunidade a todos tornarem-se vitalícios.

2) Exclusão integral dos artigos que visavam estudar a separação do Social do Futebol, cortando o mal pela raiz.

3) Voto secreto para eleições no Conselho Deliberativo, para eleição de Vitalícios, presidente da diretoria e CD. Com o voto secreto, será desestimulado qualquer tipo de incentivo, pois os que incentivaram não tem como saber se o compromisso foi cumprido, e evita os desgastes normais nas eleições para vitaliciedade.

Saudações Tricolores

Newton Ferreira”

Ao receber o texto, o Blog do São Paulo procurou integrantes de grupos e conselheiros que estão envolvidos no Novo Estatuto para as mudanças das remunerações e também para esta separação.

Um conselheiro da oposição nos informou: “É certo que o  Newton hoje causa afastamento de todos e ninguém entende o que ele quer. Basta vermos o prejuízo à imagem de Natel recente que procura se afastar ao máximo dele que faz questão de dizer que é aliado. Ele prega profissionalização com a mudança de estatuto para impedir que conselheiros possam ocupar cargos remunerados, mas não querem acabar com o amadorismo que é a eleição para o Conselho que decide o futuro do clube? É evidente que legisla em causa própria pensando em sua eleição em 2020 e não no clube como gosta de pregar”.

Outro conselheiro da situação fez questão de dizer: “Todos os dias o Newton cria uma briga no grupo do Conselho e tenta aparecer de alguma forma. No início, parecia apenas um cara querendo os holofotes do clube mas hoje, fica claro que até mesmo quem é oposição prefere estar ao lado de Leco que ao lado dele. Tem grupos que tem vergonha de dizer serem oposição pois o próprio Newton sai na mídia dizendo ser líder da oposição o que afasta ainda mais os grupos. Mesmo sendo situação, entendo que esse movimento enfraquece o clube”.

Já outro conselheiro estava ainda mais indignado: “O que ele quer? Ele tentou ser eleito deputado e fracassou, tentou se presidente do clube e fracassou, ele diz que quer ser Presidente da República para as pessoas e em entrevistas, tentou uma ação para impedir a Assembléia para o Novo Estatuto que visava melhorar o clube, tentou que a eleição de 2017 não ocorresse…é cada dia uma coisa absurda nova. Ele disse em uma entrevista que quer ser deputado estadual e que se candidataria de novo em 2018 mas está trabalhando para conseguir se eleger novamente em 2020 como conselheiro, isso sim. Basta perguntarmos a ele se irá se candidatar novamente ou não e por que patrocinava e patrocina os times dos sócios no clube. O que ele dirá? Que é filantropia? Que a candidatura dele para 2020 não é real?”

Para explicar aos torcedores a respeito, criamos uma lista. Afinal, todos tem conhecimento geral do arcaico sistema do São Paulo, chamado de Feudo até hoje pelas práticas medievais que insistem em perpetuar no clube mas a maioria não sabe onde isso chega e como ocorre. Uma das grandes formas de encerrar esse amadorismo e falta de profissionalização, não total mas com grande passo seria essa separação do social do futebol. Por que?

O Blog do São Paulo criou a lista abaixo para exemplificar o que ocorre com a ajuda de conselheiros vitalícios de ambos os lados e que concordam que o clube precisa parar com amadorismo de verdade e não onde é do interesse de alguns:

– Hoje, existem muitos sócios que não são são-paulinos. Pagam e usam a sede social, usufruem do clube como outro que se torne sócio. O problema? Qualquer sócio possui direito à voto. Todos estes não torcedores juntos, se unem e elegem pessoas e criam força em elementos que lutam pela destruição do clube vindo de dentro. Criam tumulto e desestabilizam o clube;

– Muitos sócios estão mais preocupados com vaga de estacionamento, aluguel de churrasqueira, preço de locação das imediações, bingos e festinhas do que com o clube;

– Há uma prática de sócios com interesses em cargos, que financiam festas, times, jogos de camisas, churrascos, lanches, brindes,  empregam sócios para conseguirem serem eleitos. Prática comum que veremos ocorrer novamente em 2020 quando os não vitalícios deverão novamente ser votados;

– Recentemente, tivemos até dirigente processando o clube por campeonato interno de futebol que nada valia, para exemplificar alguns absurdos.  

Ao Blog, os conselheiros foram firmes sobre o assunto e sobre a necessidade da separação:

“A separação, eliminaria esta prática interna e em 2020, essas pessoas ficariam sem condição de se elegerem neste formato. Tentam fazer no clube, o que se pratica politicamente do lado de fora em bairros como fazem hoje vereadores e políticos”.

“Se observarmos bem, vemos conselheiro eleito que patrocinava até 6 times no Social, empregou parente de conselheiro, outros conselheiros, sócios etc. É evidente que não querem a separação, afinal, como conseguiriam um posto no clube e como conseguirão se manter em 2020?”

O Blog do São Paulo gostaria de entender quais as razões que motivam a luta de não profissionalização do clube e por que lutar contra o bem do clube.

Aos envolvidos na campanha CONTRA a separação e profissionalização, por favor estamos à disposição para seus esclarecimentos.

OBS: Todos os envolvidos na matéria possuem direito de resposta como já tiveram e entrevistas deram a este veículo. O acesso telefônico, via e-mail continua aberto e esperamos vocês para esclarecerem ao torcedor.

Blog do São Paulo

NOTA de Newton sobre a separação, um pouco mais antiga que a supracitada:

“Separar o Social do Futebol.

 

O São Paulo Futebol Clube foi fundado no porão de uma Igreja por pessoas apaixonadas por um ideal.

Após 88 anos de existência, somos o primeiro no ranking brasileiro, conquistamos varios campeonatos, entre eles, por três vezes a Copa Libertadores da América e o Campeonato Mundial interclubes.

 

Fomos eleitos a melhor equipe do mundo, pelo maravilhoso futebol praticado em 1992, referendado inclusive pelo argentino Diego Maradona.

 

O que tivemos nesses anos todos?

 

“COMPETÊNCIA” nas Diretorias.

 

“O COMPETENTE tem sucesso em qualquer modelo de administração”.

 

O Incompetente leva ao caos em qualquer modelo de administração

 

Cabe ressaltar que nenhum investidor no mundo vai colocar $$$$ em um negócio ruim. Todos, sem exceção, vão querer o retorno do investimento, privilegiando o Lucro, ao invés de um ótimo “Time de Futebol”.

 

Em face disso, não se pode imaginar que a transformação pura e simples em uma S.A. resolveria todos os problemas da nossa instituição, quem vende essa informação é “Mentiroso”.

 

Gente Incompetente na Associação será Incompetente na S.A..

 

O que resolve é ter uma administração “COMPETENTE”.

 

Na prática, o Social e o Futebol já são separados, inclusive no orçamento e posteriormente no Balanço.

A única influência do Social no Futebol, está nas eleições para 1/3 do Conselho Deliberativo, que ocorre periodicamente, a cada 3 anos.

Hoje temos 2/3 de conselheiros vitalícios.

 

Lembramos que o Vitória, em 1998, tornou-se uma S.A., e em 2008 reverteu o processo, voltando a ser uma Associação, pois sua experiência não teve êxito, em decorrência dos altos gastos e da carga tributária de 33,25%.

 

A Comissão formada pelo Leco em 2017, que era composta pelo Manssur & Rodrigo, apresentou um estudo sobre a separação do Social do Futebol Profissional ao Conselho de Administração do SPFC.

Esse Conselho entendeu ser pertinente uma nova análise e substituiu a Comissão, sendo nomeado o ex-presidente José Mesquita Pimenta para a elaboração de um novo estudo, e a formação de uma nova Comissão, que ocorrerá brevemente.

 

Convém ressaltar que uma S.A. Futebolística tem características muito distintas de uma S.A. do mercado.

Os fatores Paixão, Torcida, o Time dar liga são situações que podemos definir como imponderáveis.

 

Apesar disso, lembro que sou um empresário, favorável ao que os fisiocratas defendiam:

“Laissez-faire, laissez-passer, le monde va de lui-même”.

 

Estamos abertos a tudo que for bom para o SPFC, e analisaremos esse novo trabalho da Comissão presidida pelo Pimenta, a fim de termos uma posição definitiva sobre a separação do Social do Futebol Profissional.

 

Saudações Tricolores

 

Newton Luiz Ferreira

Conselheiro

Sócio 507”

80 comentários

  1. O SPFC não pode ter em suas fileiras uma pessoa conhecida por Newton “do Chapéu”

    Não, não pode…

    Basta olhar para a foto do cidadão e ver que não é boa pessoa… é equivalente ao Leco…

    • Wagner por favor tenha respeito a melancia. Ela nada fez a você para tamanha injustiça com a mesma!
      *ironia mode on

      Esta na hora de termos oposição de verdade no SP, mas quem? Quem teria peito e respaldo suficiente para tomar frente? Abílio? Marco Aurélio? …. ta dficíl.

      • Depende de como isso se dará.
        Da forma vomo foi colocado eu acho que a adm da nova empresa continuaria tendo um grande fator político.

        • Na verdade, eu li o estudo e achei interessante. Será criada uma S.A. com o clube com 100% de participação em um primeiro momento, depois serão aceitos investidores, é um procedimento que está em fase de estudo. Aliado a isto, está em trâmite a Lei das S.A.F (Sociedade Anônima do Futebol), o que poderia em tese resolver o problema da carga tributária.
          Ninguem vai comprar o clube, até mesmo porque o SPFC (clube ) ainda deteria uma participação majoritária na S.A., ou então uma espécia de “Golden Share”. É a única possibilidade de investimento ocorrer hoje, ou você acha que alguem investiria algo no SPFC com a atual condição? É muito mais fácil um Banco Inter da vida investir tendo participação e posição na mesa do que investir na obscuridade de hoje.

      • Tem que mostrar competencia. De discursos, já bastam os dos governantes deste pais. No SP, a gente quer é competencia, e eu particularmente acho que uma administração profissional teria muito mais chance de dar certo do que um velhote de pijamas ou um chapeleiro com uma cara suspeita.

  2. Newton do Chapéu, é o elo entre o lado mais podre das organizadas e da diretoria, ele mesmo admitiu que se fosse presidente voltaria, a financiar a independente, organizada na qual ele é membro, esse cidadão gosta de ficar no seu facebook, aplicando o velho golpe do “eu aponto o problema, mas vocês resolvem”, é incrível, como se tratando de política o SPFC é igual o Brasil

  3. Eu não sou um cidadão preconceituoso, juro pra vcs, mas não existe como olhar pra foto desse senhor e imaginar que dai vai sair coisa boa. Façam o exercício, olhem por 2 segundos pra essa foto e é impossível não imaginar esse sujeito como um pilantra. Que me perdoem.

  4. De qualquer forma, se servir para trazer o assunto a tona, gerar discussões, fazer um contra ponto que esclareca detalhes do projeto, já terá prestado um grande serviço.

  5. Separar e continuar politizando a adm, seja do social ou do futebol, também não serve.
    As instituições continuariam totalmente interligadas e o que aconteceria em uma refletiria na outra.
    Acho que acima de tudo o clube precisava de uma ampla reforma política. Mas perdemos esse bonde.
    Falo isso faz anos e anos.
    O futebol continuaria sendo ima ferramenta política.

  6. Mas temos um usuário frequente que também é contra a separação do social com o futebol.
    Alias repete isso quase toda semana.

  7. Eu já não tenho mínima ideia se esta separação é boa ou ruim.
    Apenas gostaria que alguém assumisse o futebol e parasse de contratar jogadores meia boca. Que utilizasse a base e garimpasse jovens jogadores de outros clubes menores, inclusive da America do sul (oportunidades de negócio).
    Com isso o custo com o futebol diminuiria muito e seria possível contratar de 03 a 05 jogadores de alto nível: Um zagueiro, um volante, um meia e um atacante, por exemplo. As contratações seriam feitas após analisar as posições deficientes da base.
    Apostaria no Jardine neste processo que seria de médio a longo prazo (02 a 04 anos já preparando um sucessor).
    A falta de paciência da torcida e a ganancia da diretoria seriam os maiores empencilhos.

  8. Eu sou vou achar interessante mesmo essa separação entre social e futebol quando eu ver as regras especificadas em documento sobre como serão escolhidos os profissionais que vão compor essa “empresa” e que serão responsáveis por administrá-la. Lí que X% serão de pessoas do próprio clube e Y% serão de profissionais com competência reconhecida no mercado, porém, indicados pelas pessoas de dentro do clube.

    Ler algo como “com competência reconhecida no mercado” e ter um deja vu não seria coincidência pq era isso o que todo mundo esperava do novo estatuto e o Leco deu um belo tapa pra favorecimento político. Como esperar algo diferente? Eu não espero. Não com essa gente a menos que uma empresa seja contratada pra esquematizar e planejar tudo pq é mais do que certo que planejamento não é o forte de Leco e cia.

  9. Uma alternativa.

    Um Estatuto bem elaborado poderia corrigir os inconvenientes observados ao longo dos anos e resolver as grandes questões são-paulinas. Seria algo que estatutariamente teria ao menos de:
    1. Abolir a “questão feudal” com votação direta e tempo definido para todos os cargos e sem reeleição para o mandato seguinte;
    2. Definir os qualificativos para candidatar-se a Presidente e as garantias bancárias que ele deve oferecer para cobrir eventuais prejuízos futuros;
    3. Definir os cargos a serem votados e os de nomeação do Presidente;
    4. Estabelecer os requisitos mínimos para um Diretor ser nomeado pelo Presidente;
    5. Renovar todo o quadro de Conselheiros periodicamente e por são-paulinos qualificados;
    6. Definir estatutariamente o que vem a ser “são-paulino qualificado” apto a ser votado;
    7. Estabelecer critérios bem definidos para posse e gestão em cada diretoria nomeada e penalidades ao Presidente por cada descumprimento;
    8. Estabelecer critérios financeiros que caracterizam um eventual “estado de insuficiência presidencial” e que obriga a realização de um “ricol” do Presidente antes do término de seu mandato eletivo;
    9. Estabelecer que, ao término do mandato presidencial, um eventual prejuízo contábil deva ser pago pelo Presidente com as garantias bancárias oferecidas por ele para participar do pleito eletivo que o elegeu;
    10. Submeter o novo estatuto para aprovação majoritária de todos os sócios.

  10. Pensei que fosse haver treta nos comentários por conta do Paulo Scala sempre criticar essa separação que pra mim parece importante e tardia

    • Permaneço contrário à separação nos moldes propostos, entretanto defendo a profissionalização.

      Infelizmente essa é mais uma causa perdida, devido a instrumentalização maniqueísta que impera no SPFC.

      E seguindo o roteiro.

      • Paulo, há muito tempo gostaria de saber os detalhes do porquê da sua posição contrária. Certa vez uma pessoa perguntou mas não lembro se foi respondida… Curiosidade mesmo, sou leigo nessa questão e por isso não tenho noção clara do prejuízo que o clube pode ter aderindo a mudança, só a questão tributária que é clara, pra mim, mas realmente gostaria de saber os problemas que teríamos com essa mudança.

        • De forma simplificada:

          Você chamaria seu primo e cunhado para administrar sua casa, falida financeiramente ?

          E ainda criaria uma empresa para tal finalidade ?

          Salvo honrosas exceções …, você teria uma casa, primo e cunhado …, e a tal empresa …, todos falidos.

          E gastando todos os custos gerados nesta ação.

          Nosso “falido” futebol (em breve doado aos “investidores”) arcará com todos os custos desse processo.

  11. Passei a ler o blog muito mais por conta do viés político, ou melhor, de bastidores que o Alexandre trazia. Quando passou a postar as notícias dos portais sensacionalistas o blog passou a ser frequentado por torcedores que criticam posts como esse por ser político e querer tumultuar bla bla bla.

    Sendo que a essência do blog sempre foi essa de fornecer informações sobre os bastidores.

    Ótimo post Zanquetta.

  12. Se for uma empresa SA, a principal questão da empresa será o lucro, e não títulos.

    Seria interessante ter um modelo a ser copiado ou mostrado como exemplo, do jeito que as coisas estão e são no Brasil, me parece algo que vou comprar por 10 e vender por 50. E talvez isso explique o porque hoje o clube está tão ruim… Para o inicio do investimento da SA ser baixo.

    Tenho medo de isso ser tipo uma lei Pelé, veio para ser algo bom, mas será usado da pior maneira possível.

    • Com os “novos” parceiros, (Leite, Garcia, Kia, Bertolucci, entre outros), nosso futebol ficará sob o controle de quem …, desses investidores ?

      No quadro atual, o clube fica com as dívidas …, e no futuro os investidores ficarão com os lucros ?

    • De fato, só o modelo europeu não basta aqui. É preciso os resguardos específicos para a questão brasileira. Caso contrário, os mesmos que criam uma S.A.F. poderiam passar a donos da empresa para outros objetivos, como, por exemplo, um trampolim político-eleitoral para o governo e o congresso, onde efetivamente está o dinheiro,

  13. – Recentemente, tivemos até dirigente processando o clube por campeonato interno de futebol que nada valia, para exemplificar alguns absurdos.

    Esse aí é um dos homens fortes do Leleco, tal de “Fernando Chapecó” …

  14. A elaboração de um projeto para transformar um clube tradicional em uma S.A.F. não pode ser feito por pessoas sem a devida especialização. Um Consultoria Especializada deveria ser contratada para apresentar ao menos três projetos que serviriam de base para se elaborar um Projeto São Paulo S.A.F.

    O Projeto SPSAF teria de observar as particularidades brasileiras de âmbito político, empresarial etc. Os próprios dirigentes de hoje se encarregariam de instruir a consultoria para isso. O trabalho requer pesquisas e estudos de viabilidade nacionais e internacionais – não é algo para discutir hoje e apresentar na semana que vem, como está sendo tratado. A realidade brasileira é diferente de tudo o que acontece na Europa.

  15. O texto “Uma alternativa”, que dei por título lá em cima, teve por objetivo mostrar que nos moldes atuais as mudanças substanciais não seriam aceitas para manter algo parecido com o modelo atual. Então só resta mudanças mais profundas, como a de transformar o clube em uma S.A.F. Mas para isso é preciso certeza na decisão, por isso o trabalho de uma Consultoria Especializada é indispensável – sem ela, tudo ficará na conversa e em discussões intermináveis. Trata-se talvez da decisão mais importante do São Paulo F.C.

  16. Eu confio nele.
    Agora falta o Rui Bigode, Nelson do cavaco e o Zé Da Cuíca.
    É o grupo de samba “Conselheiros vão de ré”.

  17. Zanquetta, parece q um problema da separação é que o SPFC deixaria de ser uma instituição “sem fins lucrativos”, passando a ter que pagar tributos hoje não cobrados (a Receita Federal está contestação essa questão, exigindo os impostos).
    Outra questão, com a separação, você entende que a possibilidade do voto do sócio torcedor aumenta? Ou não teria vinculação?
    Valeu!

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