São Paulo usará jovens e até reservas do elenco profissional em time aspirante

São Paulo já definiu que usará o Campeonato Brasileiro de aspirantes para dar ritmo de jogo a jogadores promovidos recentemente da base, atletas que estejam voltando de lesão/contusão e até reservas pouco utilizados por Diego Aguirre.

Dois nomes já sabem disso: os goleiros Lucas Perri, 20, e Lucas Paes, 20.

A avaliação da comissão técnica é que, com o elenco inchado (são 34 atletas), o treinador não consegue aproveitar todos os jogadores como gostaria nos treinos. Muitos ficam com o ritmo de jogo comprometido, perdendo até competitividade.

Isso foi identificado no atacante Brenner, 19, que deveria ter sido escalado em dois jogos do sub-20 –contra o Corinthians e contra o Vasco–, mas não foi por não ter concordado. O São Paulo pretende conversar com ele novamente.

Mas Brenner é um caso a parte porque ainda tem idade para ser fazer um ou outro jogo pelo sub-20. Outros já não tem essa possibilidade. Por exemplo, Carneiro, atacante de 22 anos que está em reta final de um tratamento de uma pubalgia.

Mas, com um elenco tão cheio, há muitos nomes que não vem sendo aproveitados por Aguirre.

Estão neste contexto o lateral direito Bruno, que fez três jogos em 2018, o último deles em 17 de março; o volante Felipe Araruna, 22, com três jogos e o último em 25 de março; o atacante Morato, 25, que vem sofrendo com seguidas lesões e fez apenas uma partida na temporada, em 25 de março, quando atuou por apenas nove minutos.

O São Paulo também estuda emprestar atletas, mas deixará para decidir isso após a Copa do Mundo porque entende que deverá perder jogadores na janela de transferência. Cueva, Rodrigo Caio e Militão são os mais cotados para sair.

O Brasileiro de aspirantes começa no próximo dia 5 de junho, mas a estreia do São Paulo se dará em 14 de junho, quando o time enfrentará o Bahia. Trata-se da segunda edição do torneio, que teve o Internacional como vencedor em 2017.

Vale lembrar que a competição é para jogadores de até 23 anos, mas o clube pode escalar até três veteranos por partida.

ESPN

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34 comentários

  1. Acho muito boa essa participação de atletas que não estão sendo aproveitados no time principal mas que a comissão técnica acompanhe esses jovens para aproveitamento futuro e se sintam motivados como diz o campeonato ..aspirar por uma chance no principal.

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    • Seria ótimo se fossem treinados pelo Jardine.
      Já q aparentemente serão os jogadores que já integram o profissional que formarão esse time, podem treinar a semana toda junto dos times titular e reserva, no mesmo tipo de treino e se possível no mesmo modelo de jogo (para não precisarem de adaptação se subirem) e no dia do jogo o Jardine é q comanda.

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    • Eu acho que o Perri com ritmo de jogo pode ser o melhor goleiro do clube. Tenho medo de ficar tanto tempo sem jogar e virar um Denis erando tempo de bola (principalmente em jogadas aéreas) e tomando frangos.

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  2. O problema é ter um Vizolli como treinador. Ano passado precisávamos de lateral direito (ainda precisamos) e tínhamos 3 no elenco do aspirantes. Ele colocou o Foguete de ponta, o Auro de volante e o Lucas Farias no banco e improvisou o Walce na direita, que não correspondeu. Incrível como alguém tão ultrapassado e que sempre foi fraco como ele ainda está no clube. Quando comparamos com Jardine e Orlando então fica mais feio ainda..

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  3. Yago Rudá

    @yago_ruda
    2m2 minutes ago
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    O uruguaio Gonzalo Carneiro treinou normalmente com o grupo, mas não deve ser relacionado para domingo #lanceSPFC

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  4. É uam ideia boa, colocar os reservas e recém-promovidos para jogar, nem que seja pelos aspirantes, mas que a Comissão Técnica os observe, para que possam voltar ao grupo principal

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  5. Na janela de transferência, a minha esperança é pegar € 10 milhões no Cueva, € 10 milhões no RC e R$ 5 milhões no Militão.
    Seria uma bela grana pra investimento.

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  6. Trata-se de ótima medida não só para evidenciar e manter em forma os aspirantes de valor com idade até 23 anos, que têm condições efetivas de subir ao time principal, como, também, para recuperar jogadores lesionados (inclusive até 3 veteranos) e para deixar patente os jogadores sem chance, que devem ser transacionados e substituídos para melhoria do plantel.

    Assim se melhora o elenco, se recupera jogadores, se mantém em forma os com pouca oportunidade no profissional, dá-se chance a novos, despontam os grandes valores e abrem-se vagas nas categorias de base para outros jovens. Não importa se os times da base irão se ressentir da falta deste ou daquele jovem que foi elevado, porque o que vale mesmo é a permanência do jovem no time profissional jogando muita bola. A decisão está corretíssima – parabéns ao Raí e sua equipe.

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  7. Defendo veementemente colocar para jogar os regra 3, terceiro reserva que as vezes nem vai a campo.
    Moleque que sobe motivado aos 17, 18 anos, fica muito tempo sem jogar e regride.

    Precisou chegar um diretor boleiro para entender essa dinamica.
    Sempre falei dessa possibilidade. Achar uma forma de colocar para jogar.

    Parabéns pela iniciativa.

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