Rosário Central vai bem em principal deficiência no São Paulo

Nesta quinta-feira, às 21h30, São Paulo e Rosário Central se enfrentam pela partida de ida da primeira fase da Copa Sulamericana. O jogo será realizado no Gigante de Arroyito, e a volta será exatamente daqui um mês, no Morumbi.

A equipe argentina não atravessa um bom momento. Diferente de dois anos atrás quando fizerem frente ao Palmeiras, na Libertadores, os Canallas ocupam apenas o 14º lugar na Superliga Argentina, com oito vitórias, sete empates e sete derrotas. Nas últimas três partidas, duas vitórias contra Belgrano e Chacarita, e uma derrota para o Patronato, todos abaixo do rival do Tricolor.

Se no campeonato local o Central não vai bem, a bola aérea, principal problema dos paulistas, o time de Leonardo Fernández saberá como explorar. Apesar da fraca campanha, os argentinos lideram o ranking de gols de cabeça: são 11 no total. Vale lembrar que neste ano a defesa são-paulina levou sete gols pelo alto, quase a metade dos 15 gols sofridos na temporada – e curiosamente, os tricolores saíram derrotados todas as vezes que perderam por cima.

Em seu elenco, o Rosário conta com algumas caras conhecidas. São eles: Germán Herrera, atacante que jogou pelo Corinthians em 2008, e Fernando Tobio, zagueiro do Palmeiras emprestado ao Central. Ambos os jogadores foram contratados em más épocas dos rivais.

Para ficar de olho:
Fernando Zampedri: marcou três dos 11 gols de cabeça e no ano passado marcou cinco gols em nove jogos pelo Atlético Tucumán, na Libertadores; é o artilheiro do Central com sete gols em 21 jogos.

Marco Ruben: foi o segundo artilheiro da Libertadores de 2016, com oito gols em oito jogos – perdeu apenas para Jonathan Calleri, com nove gols em doze jogos. Na atual temporada marcou apenas duas vezes em 13 partidas.

Caio de Castro 

18 comentários

  1. Rodrigo Caio e Arboleda são bons cabeceadores. Sidão não sai do gol e nem é milagreiro, foi indicado por um perito por ser hábil com os pés.

      • Em seu último ano no SP, Zetti certa vez perdeu um lance pro Jardel saltando e com os braços levantados. O jogador do Grêmio ganhou dele no impulso.

  2. Jogadas de bola parada é posicionamento, e treino, tomamos gols contra os gambas e o atletico com formações diferentes na defesa!

  3. Futebol brasileiro morreu quando o Parreira ganhou a Copa.

    Sinceramente, assistir mata mata no Brasil me dá desgosto desde o Muricy.

    Compare com os jogos da Champions League de hoje:

    – O City tinha tomado uma paulada no jogo de ida. Resultado difícil, mas já chegou dando pressão e fez o primeiro gol nos primeiros 5 minutos. Continuou dando pressão, meteu bola na trave, teve gol anulado. E o Liverpool não estava só se defendendo, estava armado pro contra-ataque. Baita jogo, decidido no detalhe, com os dois times bem armados e indo pra matar o jogo.

    – Roma foi atropelado no primeiro jogo. E foi jogar com um time gigante como visitante. A diferença técnica entre os times é grande, os caras tem Messi e Suarez, camisa pesada e juiz sempre ajuda Real e Barcelona. Mas a Roma jogou a toalha? Não, se agigantaram e operaram um milagre.

    Aí vc vê os jogos do Paulista:

    – A final foi um jogo chato zzzzzzzzz. Curica achou um gol, se fechou e fez cera. E o Palmeiras foi incapaz de fazer um gol nos caras.

    – A semi foi uma desgraça, SP sendo eliminado e o Aguirre sendo conservador pra dizer o mínimo. Foi lá pro Paraná jogar contra o anão do Atlético e foi claramente pra arrumar um empate e acabou perdendo.

    E isso vem desde a época do Muricy. Quantos mata matas a gente perdeu sem o técnico ter ousadia. Cansei de ver aquele time sendo eliminado e o técnico com medo de ser goleado. O máximo que o Muricy fazia era tirar um ponta aos 35 do segundo tempo para por o Oswaldo (atacante que ficou um ano sem fazer gol).

    Nem me lembro mais a última vez que vi o time sendo eliminado e o técnico colocando o time pra frente.

    Tirar o volante pra por um atacante é uma heresia pra esses filhotes de Parreira.

    Jogar com 2 meias ofensivos, nem se a paz mundial dependesse disso.

    E TODOS os técnicos são assim, 1×0 é goleada.

    Jardine acho que foi o único técnico que vi pondo mais atacantes quando o jogo estava empatado. Mas o cara não durou 3 jogos.

    Infelizmente esse é o retrato do futebol nacional. Jogos chatos, sem gols, com atacantes que marcam lateral mas não sabem chutar a bola no gol.

    • Cara concordo contigo na análise até certo ponto, você esqueceu o material humano na conta. Guardiola perdeu o mata-mata e vão criticar por que ele não escolheu o jogador x ou y, mas o banco do City se jogar o brasileirão é campeão invicto e o Madrid por exemplo tem o Bale de 100 milhões de EUROS no banco. Isso é praticamente o lucro bruto do São Paulo em 2 anos…

      Ontem um amigo curicano estava me falando quão gênio é o Chorille por colocar o Mateus Vital pra jogar um jogo decisivo, perguntei, “Tá, mas se ele resolve não escalar o moleque, ele escala quem no lugar?” Ai ele ficou meio sem jeito e trocou de assunto. A verdade é essa, não tem jogador! A gente aqui critica e elogia o treinador esquecendo que muitas vezes ele escolhe entre o ruim e o péssimo, simplesmente tentando diminuir o risco. Até podemos criticar o Dorival por ser conservador demais e não ter escalado o Liziero antes, mas quem é o Liziero pro futebol? É uma promessa, nada além disso, o que garantia que o Liziero chegaria e tomaria conta do meio campo como fez? NADA! Ele poderia tranquilamente ter escalado o Liziero e ele ter entrado como entrou o Caíque na semi-final, completamente verde pro momento.

      Criticaram anos e anos o Muricy, mas ninguém lembra que ele vivia pedindo o Conca quando estava no São Paulo e quando teve Ganso e Neymar no Santos consagrou o Ganso e foi campeão da Libertadores que sempre reclamavam que ele não ganhava. Ou seja, o cara pede um camisa 10 pra fazer o jogo fluir, não recebe. Se é campeão reclamam por que é retranqueiro, se não é campeão ainda é demitido… eu sinceramente não acho que eles sejam os maiores culpados nesse sentido meu brother.

    • E a postura dos jogadores, árbitros e torcedores?

      CR7 mete golaço, torcida rival aplaude em pé. Messi, Ronaldinho Gaúcho, entre outros tiveram esse tratamento também.

      Jogadores na Europa não se jogam para cavar falta, aqui é uma desgraça, um cai-cai nojento.

      Juiz aqui apita qualquer coisa, até se o jogador tropeçar na bola apita falta.

      E outra coisa é a postura dos jogadores frente à arbitragem. Ontem o City teve gol mal anulado, ninguém foi cercar o juiz por causa do erro. Na final do paulista parecia coisa da várzea onde jogo, os jogadores do small dizendo pro juiz:”_aqui ninguém vai bater pênalti, não!”

  4. Esse Herrera é interminável tbm hein… Nos enfrentou em 2004 pelo mesmo Rosário nas oitavas da Libertadores daquele ano,depois jogou em 500 times aqui no Brasil e no Catar, e ainda voltou para o time que jogava na Argentina…

  5. As peppas mostrando que tem diretoria e que brigam pelos interesses do time deles… Aprende Leco e cia. ltda. e parem de ficar dando abraço no cara de areia mijada nos jogos contra eles… Tenha vergonha na cara pelo menos nesse ponto…

    • Pois é.
      Prevejo nossa zaga levando fortes tromabadas amanha.
      Infelizmente.
      Teve o Paulão ‘desmaio’
      Agora tem o Rodrigo ‘Caio’

Deixe uma resposta