Compromisso e atitude: Tricolor com a cara de Aguirre

Ainda no gramado após o Majestoso da última quarta-feira (28), pela semifinal do Campeonato Paulista, o volante Jucilei destacou a postura do time no clássico. “Jogamos como o Aguirre gosta, com entrega e atitude, e é isso que temos que levar para frente”, disse. As palavras do experiente jogador, um dos pilares do time, mostram que o grupo assimilou as ideias do novo comandante.

Apesar do pouco tempo de trabalho no comando do time – desde o dia 12 de março -, o uruguaio conseguiu fazer com que os atletas demonstrassem uma nova atitude em campo. Diante do arquirrival, nos dois duelos da semi, não faltou comprometimento e raça da equipe são-paulina: cada dividida foi encarada com seriedade e as funções táticas foram cumpridas como o treinador desejava.

“A verdade é que temos muita coisa para fazer, mas o futebol é dinâmico e o time já mostra uma identidade. Desde a minha chegada, foram apenas 15 dias de trabalho, mas já melhoramos defensivamente e mostramos uma evolução. Temos que trabalhar, aceitar a derrota e sermos fortes para jogar o que temos pela frente, aprender com a derrota e trabalhar”, avaliou Aguirre.

Escrever uma nova história sob o comando do técnico uruguaio e seguir com esta faceta que deixou o torcedor são-paulino orgulhoso movem o elenco para os desafios que virão na sequência da Copa do Brasil e nas estreias da Sul-Americana e do Campeonato Brasileiro.

“Claro que o resultado sempre será o principal, mas é importante jogar com garra e concentração. Não podemos deixar que a eliminação tire este espírito que demonstramos nos jogos anteriores. Estamos começando um trabalho novo com o treinador, mas já temos um bom exemplo para seguir”, opinou o centroavante Tréllez.

Após surpreender o grupo neste início de trajetória, Aguirre projetou a sequência da temporada. “Temos que reconstruir coisas a partir da dor que temos, porque estamos sofrendo. Vamos treinar muito e acho que vamos fazer um São Paulo forte, aguerrido para termos muitas alegrias ao longo do ano”, disse o comandante.

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11 comentários

  1. Acredito que o Aguirre já acertou o posicionamento defensivo. Infelizmente, o quarteto mais ofensivo (Petros, Nenê, MG e Trellez) está destoando, com rendimento individual e coletivo abaixo do necessário, fazendo uma justa ressalva ao nenê, que até tem tido bons momentos.

    Os quatro possuem substitutos no elenco e, possivelmente aí, tenhamos uma qualificação.
    A) Petros pode ser substituído por Hudsoln ou até Araruna (mantendo a pegada no meio campo e aparecendo dono elemento surpresa) ou por um jogador mais criativo (Diego Souza em forma ou Lucas Fernandes).
    B) Nenê têm Cueva como verdadeiro titular do meio campo e Shaylon como opção.
    C) Marcos Guilherme vive situação semelhante, tendo valdivia como possível titular e Morato como opção.
    D) Trellez agora possui dois concorrentes, Gonzalo (que vem com boa referência mas com questão clínica incerta) e Brenner (novo e com muito potencial).

    Acredito que seja necessário rodar esse quarteto em busca da formação ideal, embora não custe sonhar com os retornos de Hernanes, Pato e Calleri.
    Obs.: se trouxessem esse trio já poderia organizar a festa do título.

  2. Concordo com o tricolor alagoano . Nosso ataque é bizarro . Chegou de dar uma encostada no Marcos Guilherme e Caique . São 2 jogadores de time pequeno . Trellez é fraco mas pelo menos mostrou que pode ser reserva do Carneiro

  3. Gostaria de agradescer desde já aqueles que responderam a questão do “Leite com Pera”. Muito esclarecedor. Eu mesmo não sabia essa expressão nova. Na minha época a expressão usada era “criancinha” ou mulherzinha.

  4. Acredito Alagoano que Hernanes é mais dificil pois já foi comentado aqui que a familia dele quer que ele more na Italia. Já o Pato, Boi e Caleri parecem mais acessivel. Li algum tempo atrás que o SP estava com interesse em repatriar o Caleri, mas como não tenho certeza, não posso opnar. Enfim, de qualquer modo o SP precisa de reforços.

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