Aguirre: o terceiro técnico a estrear no Tricolor em mata-mata e sair vitorioso

O técnico do São Paulo, Diego Aguirre, estreou no comando da equipe em uma disputa eliminatória oficial, uma situação crucial de continuidade em campeonato: o mata-mata das quartas de final do Paulistão 2018, contra o São Caetano. Ao fim dos dois jogos, o uruguaio realizou um feito que não ocorria desde 2002 a um treinador estreante: saiu vitorioso da série de confrontos decisivos.

Entre todos os treinadores da história do Tricolor, somente quatro começaram (ou recomeçaram) a carreira no clube justamente em decisões eliminatórias. Antes de Aguirre, somente Nelsinho Baptista, em 2001; Oswaldo de Oliveira, em 2002 e Emerson Leão, em 2011. Tanto Nelsinho, quanto Leão, estavam já na segunda passagem deles no comando do time são-paulino, porém.

Enquanto Nelsinho Baptista encarou o Sport nas quartas de final da Copa dos Campeões de 2001, onde venceu o adversário por 4 a 2 e 5 a 0, Oswaldo de Oliveira, no ano seguinte, eliminou o Palmeiras em dois jogos (2 a 0 no Campanella e 2 a 2 no Canindé) na semifinal do Supercampeonato Paulista de 2002. O São Paulo de Oswaldo, depois, também superou o ituano e sagrou-se campeão daquele torneio.

Por sua vez, Leão, foi o único que não encontrou a vitória no início de jornada: foi eliminado pelo Libertad, do Paraguai, na Copa Sul-Americana de 2011 após derrota por 2 a 0 fora de casa (o jogo da ida, no Morumbi, que o Tricolor vencera por 1 a 0, foi sob comando de Milton Cruz).

As estreias de treinadores em mata-mata na história do Tricolor:

23.06.2001. Copa dos Campeões – 4ª de Final. Rei Pelé. 4 X 2 Sport. Técnico: Nelsinho Baptista

27.06.2001. Copa dos Campeões – 4ª de Final. Almeidão. 5 X 0 Sport. Técnico: Nelsinho Baptista

19.05.2002. Supercampeonato Paulista – Semifinal. Campanella. 2 X 0 Palmeiras. Técnico: Oswaldo de Oliveira

22.05.2002. Supercampeonato Paulista – Semifinal. Canindé. 2 X 2 Palmeiras. Técnico: Oswaldo de Oliveira

19.10.2011. Copa Sul-Americana – 8ª de Final. Morumbi. 1 X 0 Libertad. Técnico: Mílton Cruz*

26.10.2011. Copa Sul-Americana – 8ª de Final. Nicolás Leoz 0 X 2 Libertad. Técnico: Emerson Leão

17.03.2018. Campeonato Paulista – 4ª de Final. Campanella. 0 X 1 São Caetano. Técnico: Diego Aguirre

20.03.2018. Campeonato Paulista – 4ª de Final. Morumbi. 2 X 0 São Caetano. Técnico: Diego Aguirre

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15 comentários

  1. Ainda sobre o post passado…
    Os dois erraram. Um erro nao justifica o outro. Talvez a postagem nao tenha sido num momento proprio, mesmo q nao fosse com motivos de desmerecer.
    E jean nao tinha nada q responder.
    Tecnicamente, os dois tem falhado em fundamentos. Acho q nenhum passa 100pct de confiança pra torcida (num geral).

    Mas fato é, estão criando muito caso por nada. Elenco nao tem de se amar. Tem de jogar bem

    • Respeitar quem esta de titular e brigar pelo seu espaço.

      Sempre arranjar intriga quando o momento do SP é delicado e mostra indícios de que pode melhorar. E nos sempre caímos nessa.

      Domingo tem jogo e q foquem so nisso. Nao importa o resto.

      Quanto aos treinadores, nenhum da saudades. Rs

  2. Tomara que mantenha essa sina de ganhar em fase eliminatória.
    Esperto foi o Carille, já começou o jogo de palavras ao dizer que o SP está mais forte com o Aguirre no comando.
    Torcendo muito para uma final entre SP e Santos, com o título vindo para o Morumbi. Mas será difícil, contras as galinhas o time amarela, se intimida, e acaba perdendo. Além da arbitragem que sempre favorece eles.
    Mesmo assim vou torcer, afinal, é o que nos resta.

  3. Vendo Croácia x Peru, e vejo um Cueva mais ligado, dinâmico, com vontade, belos passes, inclusive participou agora do segundo gol.
    Após a copa vendam logo, pois aqui, a vontade diminui drasticamente, literalmente tira o pé e não é de hoje. Poderia ser um camisa 10 como poucos que passaram pelo SPFC, mas não optou por isso.

    • É nítida a má vontade que ele joga aqui, infelizmente. Se fosse mais centrado em sua carreira poderia ser ídolo aqui e futuramente jogando no segundo escalão da Europa.

      • Ele corre pela seleção porque se identifica com ela. É seu país. Infelizmente ele não é nenhum pouco profissional. Porque mesmo se não sente a mesma identificação com o clube que o projetou, deveria ao menos ser profissional. O lance que eu sempre falo e que vejo o Rai tentando implantar é trazer jogadores identificados com o clube. Não basta apenas ser bom, tem que ter a cara do São Paulo. Valdívia é um bom exemplo. Jogador talentoso e que rapidamente se encaixou. Dá pra ver que ele gosta do clube e se sente bem. Precisamos de mais Hernanes, Calleris, Mirandas, Luganos e Rais.

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