Apresentado como reforço do São Paulo na última sexta-feira, Valdívia se colocou à disposição do técnico Dorival Júnior para atuar tanto de armador centralizado como de ponta. O meia-atacante, no entanto, não esconde a sua preferência pela segunda opção.

“Eu me destaquei jogando na beirada, com o (Diego) Aguirre, na Libertadores. Faço bem aquela função, recompondo e atacando, bem preparado consigo fazer muito bem. Mexendo, vou para o meio. O importante é jogar, mas fico mais feliz do lado”, admitiu o camisa 21.

Emprestado pelo Internacional até o fim de 2018, Valdívia terá de superar forte concorrência para atuar pelas pontas. Atualmente, no time titular, Marcos Guilherme vem jogando pela direita, enquanto Cueva e Nenê se revezam na esquerda. Entre os reservas, Brenner, Morato, Caíque, Paulinho e Marquinhos Cipriano aparecem como opções.

“O jogador que tiver bem, pelo que entendo, vai jogar. Estou treinando bem, bem confiante com os companheiros. É brigar pelo meu espaço, abaixar a cabeça e trabalhar. Tenho que fazer gols, não vou chegar jogando”, conscientizou-se.

Aos 23 anos, Valdívia era a peça que estava faltando para completar o elenco tricolor, como a diretoria de forma recorrente enfatiza. Contratado a pedido do treinador, o meia-atacante se vê pressionado para corresponder às expectativas.

“É mais responsabilidade, mas, ao mesmo tempo, dá mais confiança para que eu possa desenvolver um bom futebol, que todos já viram. Vou ter de mostrar nos treinos que estou bem e posso jogar”, reiterou, antes de citar suas metas no Tricolor. “O clube precisa de títulos neste ano, espero ajudar muito o São Paulo”, concluiu.

Com o nome já publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, Valdívia está apto a estrear pelo São Paulo, o que pode ocorrer no duelo com o CSA-AL, nesta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), em Maceió, pela segunda fase da Copa do Brasil. A tendência, no entanto, é que o meia-atacante fique como opção no banco de reservas no Estádio Rei Pelé.

GE