No início da negociação entre São Paulo e Diego Souza, a direção são-paulina recebeu a certeza de que o meia teria comportamento diferente de seis meses atrás. Na época, quando o Palmeiras tentou tirá-lo do Sport, o presidente rubro negro, Arnaldo Barros, disse que facilitaria a negociação se Diego Souza afirmasse que pretendia sair. O meia não falou. Desta vez, seria diferente e Diego Souza pediria para a direção do clube pernambucano para ir embora.

Isto já aconteceu. Diego Souza não foi taxativo: ”Eu quero sair!” Mas os próprios dirigentes rubro-negros admitem que Diego Souza fez reunião e pediu para que houvesse facilidade para sua liberação em caso de oferta oficial.

Também já aconteceu a proposta oficial do São Paulo. Mesmo assim, o presidente Arnaldo Barros ainda não aceitou a oferta. Não tem obrigação de aceitar. Uma coisa é facilitar a saída em caso de oferta satisfatória para o Sport. Outra coisa é permitir a saída sem que a proposta seja irrecusável. A favor do argumento de Diego Souza, pesam compromissos não cumpridos na sua chegada. O Sport não pagou todos os salários em dia em 2017. Contra a liberação, o Sport argumenta que há uma distância entre a oferta são-paulina e o desejo rubro-negro. A distância avaliada é de 20% entre o que o São Paulo oferece e o que o Sport exige. A confiança do São Paulo e de Diego Souza é que essa distância diminua até  o final da próxima semana.

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