O São Paulo negocia com sete empresas interessadas em fornecer material esportivo, entre elas a própria Under Armour, atual responsável pela demanda. Além da empresa americana, Penalty, Nike, Topper, Kappa, Adidas e New Balance demonstraram interesse.

Dentre elas, duas marcas sinalizaram valores que atingiram o esperado pelo clube, ainda que não tenham formalizado propostas.

O desejo é definir o novo fornecedor até o fim deste ano, mas São Paulo e Under Armour fizeram acordo que permite o uso do uniforme feito pela empresa americana até junho de 2018.

O São Paulo tem consciência de que não vai atingir o montante do atual contrato, acertado com a Under Armour no fim de 2014 e que rendia R$ 15 milhões anuais.

Nesse sentido, o clube leva em consideração o momento da econômia, do marketing brasileiro e a atual realidade financeira das empresas.

A própria Under Armour procurou o São Paulo para renegociar o vínculo, pois não conseguiu manter os pagamentos. Por isso, houve um acordo no qual ficou definido um valor de multa não revelado, proporcional ao tempo restante do contrato, que está sendo pago ao clube.

O acordo com um eventual novo parceiro teria início imediato. Ou seja, o vínculo com a Under Armour seria rescindido.

A atual fornecedora tinha direito de preferência até a última terça-feira (dia 31) para cobrir ofertas de outras empresas pagando 10% a mais. Independentemente disso, São Paulo e Under Armour continuam negociando.

Agora, a empresa não tem mais de fornecer gratuitamente peças acima do lote combinado com o São Paulo na última negociação para rescisão, de aproximadamente 50 mil peças.

Ou seja, se precisar de mais peças além desse combinado, o clube teria de pagar, caso não tenha fechado com outro fornecedor antes disso.

GE