Não é só futebol…

Abro espaço para um texto que li absolutamente fantástico sobre o futebol, a vida e lições de empreendedorismo que mesmo sendo um Blog de clube, que fala do São Paulo, falar de futebol, da vida e de lições, nunca é demais. Não tem cunho promocional, nada. É para cada um ler e extrair o melhor. Espero que como eu, motivado a republicar aqui, gostem: 

“Um treinador de uma escolinha de futebol foi o melhor gestor que tive” – Por Matheus Souza 

Não sei quais os grandes sonhos das crianças de hoje em dia, mas, quando eu era apenas um moleque na década de 1990, o principal objetivo dos meninos da minha idade era ser um jogador de futebol. O próximo Romário ou Ronaldo, quem sabe.

Influenciado pelo meu pai, cresci um daqueles flamenguistas fanáticos. Sonhava com o Maracanã lotado gritando o meu nome. Fazer o gol de um título importante no último minuto contra o Vasco. Coisas do tipo. Tipo o Petkovic no tricampeonato carioca de 2001, lembram?

Já Galvão Bueno — aquele! — foi o responsável pelo sonho de vestir a amarelinha. Que falem mal os haters, mas, imagine só ter um gol seu narrado pelo mito da narração esportiva? Então, eu imaginava isso todos os dias…

Aos 9 anos de idade descobri que sonhos são bem diferentes da realidade. Se antes as aulas de educação física na escola tinham um espírito lúdico, agora, eu entenderia pela primeira vez o significado da palavra “competição” — algo que veria novamente, anos mais tarde, num negócio chamado “mercado de trabalho”.

O dia em que conheci o significado da palavra “individualismo

Quando o professor Carlos, na Escola de Educação Básica Henrique Lage, na pequena Imbituba do litoral catarinense, avisou a turma que o aluno que marcasse 100 gols no ano (nas nossas contas, claro, estilo Túlio Maravilha) receberia um troféu pelo seu feito, conheci outro termo que também veria mais tarde nesse tal de “mercado de trabalho”: o tal do “individualismo”.

Sabem aquela treta Neymar x Cavani no PSG? Essa virou a realidade dos garotos do Henrique Lage em 1998: todos queriam marcar gols. O troféu de artilheiro do ano virou o objetivo da garotada.

No centro da foto está o professor Carlos, eu (de moletom azul dos Cavaleiros do Zodíaco) e o Juliano. Também houve premiação entre as meninas que jogavam conosco.

Quando meu colega Juliano marcou seu centésimo gol e recebeu o troféu na próxima aula em sessão solene com a presença de seus pais — enquanto eu havia marcado apenas uns 20 gols —, entendi outro conceito que levaria para a minha carreira profissional.

Limitações

Sim, eu não era o melhor. Sequer era bom. Era razoável com a bola nos pés. E, pra uma criança aceitar isso, não é fácil. Convenhamos.

Quando meus pais me matricularam na Escolinha do Peixe, essas limitações ficaram ainda mais claras. Havia muito mais Julianos por lá. Em 2 anos sem faltar um treino sequer, fui convocado para apenas dois jogos. Aquilo foi um banho de água fria nos meus sonhos de vestir as camisas do Flamengo e da seleção brasileira.

Nesse período de desilusão ganhei meu primeiro PlayStation. O jogo da época era o Winning Eleven (o Pro Evolution Soccer de hoje). Pelo menos ali, naquele mundo virtual, eu conseguia realizar meus sonhos. Bastava criar um jogador que levava meu nome e colocá-lo para jogar ao lado de Ronaldo, Ronaldinho, Rivaldo e Roberto Carlos.

O futebol virtual, de certa forma, reacendeu minha paixão pelo esporte — até então desiludida pelos Julianos. Mas falaremos disso mais adiante.

Foi um cara chamado Elvis, de apelido Pita, que me ensinou a lição mais valiosa que aprendi com o futebol: não adianta só talento; é preciso trabalho duro.

Limitado, mas esforçado

Desiludido na Escolinha do Peixe, me matriculei por conta própria na Pita Soccer School — o Pita morou um tempo nos EUA, por isso o nome. E esse período entre 2002 e 2006, de certa forma, moldou quem eu sou hoje.

Aos 14 anos, vestindo a camisa da Pita Soccer School, num campeonato em Brusque (SC).

Eu poderia não ser o cara mais talentoso, mas era um dos mais esforçados. E o Pita valorizava isso. Assim como fazia nos tempos do Peixe, eu só faltava nos treinamentos em caso de doença. Porém, dessa vez, o trabalho duro era recompensado. Eu sempre era convocado para os jogos e, muito raramente, ficava no banco de reservas. Era o camisa 9 e tinha a confiança do treinador — embora não fizesse muitos gols. Ou gols, para ser sincero…

Com o tempo, com os treinamentos e, como os boleiros gostam de dizer, com “as oportunidades oferecidas pelo professor”, fui melhorando meu futebol. E isso me motivou.

Motivação

É consenso que um profissional desmotivado não produz. E é aí que o Pita fez a grande diferença no profissional que sou hoje. Eu sabia das minhas limitações, sabia que eu não era um Juliano, mas ele confiava em mim, via algo no jeito que eu jogava bola e valorizava meu esforço. Isso, de certa forma, colocava minha moral em alta.

E, mais do que isso: fazia com que todos os garotos trabalhassem em equipe. Sabíamos que, por mais que tivéssemos nossas limitações, juntos éramos mais fortes.

Esse é, na minha opinião, o maior papel de um líder. Em uma equipe lidamos com diferentes perfis, diferentes personalidades, diferentes habilidades. Cabe ao gestor entender como aproveitar o potencial de cada indivíduo. Isso é algo que o Pita sempre fez muito bem, talvez por ter sido um ex-jogador (jogou em times como Criciúma e Coritiba), então sempre tive a tranquilidade de entrar em campo e dar o meu melhor — mesmo esse melhor não sendo o de um Juliano, eu me esforçava ao máximo para fazer valer sua confiança em mim. E é por isso que o considero como o melhor gestor que já tive.

O futebol além do Pita — e como ser criança me ajudou na vida adulta (e profissional)

Minhas melhores lembranças da infância, aquelas que tiramos lições valiosas que levamos para o resto de nossas vidas, vem do tempo em que joguei futebol na Pita Soccer School. Porém, o futebol tem algumas histórias interessantíssimas na minha vida que vão além dos treinos e jogos e que me tornaram o profissional que sou hoje — para quem pensa que futebol “é só um jogo”.

Se hoje sou fluente em inglês, a “culpa” é do futebol. Sim. Do futebol virtual que mencionei anteriormente. Nas primeiras gerações de videogames não existiam jogos em português, então tínhamos que nos virar. Com um dicionário de inglês-português ao lado do controle, tive meu primeiro contato com a língua e desenvolvi meu vocabulário.

Uma outra paixão futebolística da minha infância foram os álbuns de figurinhas. Principalmente os das Copas do Mundo. Era uma oportunidade incrível de conhecer outras culturas. As páginas das seleções vinham com informações detalhadas dos jogadores como, por exemplo, suas cidades natais. Lembro de folhear meu Almanaque Abril (não tínhamos internet naquela época…) para pesquisar sobre os locais de nascimento dos atletas. Muito do que sei da geografia e da história mundial vem daí. Assim como a minha curiosidade e a vontade de aprender: são características que me acompanharam na vida adulta.

Algo que também marcou bastante a minha infância e contribuiu para o meu aprendizado sobre finanças e administração foi um jogo chamado Football Manager (na época conhecido como Championship Manager).

No FM, ao invés de controlarmos os jogadores como nos games tradicionais, atuamos como managers dos times. Ou seja, além de treinadores, temos que cuidar de assuntos como transferências de jogadores, folha salarial, relacionamento entre os atletas, merchandising, entre outras responsabilidades — aliás, de vez em quando ainda jogo FM. É um simulador de futebol incrível que quem gosta de jogos de estratégia (e de futebol, claro) vai adorar. Através dele, ainda criança, tive uma boa noção sobre as dificuldades de se administrar um negócio.

O que eu aprendi? Que, por mais que eu não seja um Ronaldo ou um Juliano, é bem mais fácil chutar uma bola no gol do que empreender.

 

Publicado originalmente em matheusdesouza.com 

 

 

Anúncios

46 comentários

  1. Ontem lendo a noticia do Reinaldo me surgiu uma dúvida, o pessoal assiste outros jogos sem ser os do São Paulo? O cara consegue ser vaiado pela torcida da Chapecoense e ficam pedindo ele de volta como se fosse um craque, ele só aparece pq é o batedor de penaltis, mais nada, continua o mesmo perna de pau de sempre…

    Curtido por 2 pessoas

      • Meu cunhado é cutintiano.
        Um dia no almoço, ele falou do Reinaldo. Minha esposa logo disse: “O Reinaldo feijoada?” que era como eu chamava ele nos jogos.
        Minha esposa, que não é fã de futebol, sabia da fama dele pela raiva que me fazia passar.

        Curtir

  2. Bom dia!
    Se ganhar hoje e no domingo, a partir de 2ª feira entro no modo automático FORA LECO e FORA PINOTTI.
    Vou montar acampamento na frente do Morumbi, que nem aqueles fãs do U2 que estão lá, e só saio na hora que o Pinotti cair fora..

    Curtido por 2 pessoas

    • O UOL demitiu ontem gente que nem a Globo havia mandado embora – embora tivessem sido demitidos tantos outros profissionais.

      Nessa linha de atuação é complicado dar qualquer credibilidade às notícias dos caras, principalmente quanto a Penalty, que saiu do clube apregoando a quem quisesse ouvir que estavam sem dinheiro.

      Curtir

    • Pode ser mimimi… Mas que o material da Penalty é horrível e muito mal feito… É… Falo com conhecimento de causa… Moro em São Roque… Onde ficava a fabrica da Penalty ate 2 anos atras…

      É medonho

      Curtir

  3. Daniel Perrone ♔‏Conta verificada @danielperrone 10 hHá 10 horas
    Mais
    SPFC precisa de menos barraco e mais tranquilidade. Precisa de menos conchavo e mais competência. Menos vaidade e mais união.

    Curtir

    • Falo isso aqui há quase 1 ano, o São Paulo FC virou o Curintia dos anos 90, nem checam as informações e já lançam na mídia para agitar, nada presta, nada funciona, nada se valoriza, impressionante.

      Basta analisarmos a qualidade administrativa dos clubes brasileiros, parece que só o SPFC é mau gerido, o restante são exemplos de gestões…..

      Enquanto não ter paz no São Paulo, dificilmente voltaremos a dominar o futebol brasileiro.

      Curtir

        • Pois é… Rsss
          Estamos nessa draga há quase 10 anos e parece que o pessoal está muito perceptivo, fica
          aliviando para o pessoal da direção…
          Fim da picada.

          Mas do que paz, o SP precisa é de Honestidade, Transparência e Competência!
          Ou, que se retorne a filosofia de resolver tudo intramuros, mas que se resolva!

          #LecoLixoEterno

          Curtir

      • E?
        A mesma coisa de sempre…
        Desde que acompanho futebol, nossos 2 maiores rivais da capital sempre foram um poço de turbulências!

        Sempre!

        Não tem essa do “Corinthians da década de 90” ou o “Palmeiras dos anos X ou Y”, etc…
        o São Paulo sempre se diferenciou por lavar sua roupa suja em casa e, em curto ou médio prazo, findar a
        questão, sempre a bom termo!

        Sempre foi assim!

        Se havia uma gestão ruim de 2 anos, a seguinte já tratava de por as coisas em ordem e recuperar o tempo
        perdido, seja administrativa e financeiramente, seja no campo de jogo e em títulos! o SPFC nunca ficava
        mais do que 3 anos sem ganhar um título!

        Fato!!!!

        Quem não sabe ou não entende isso não aprendeu de fato a admirar esse clube, esse gigante!
        Ou então, quem se nega a admitir isso é displicente com a própria história (para dizer o mínimo).
        A administração dos outros vai mal?

        Que se exploda!

        Aqui é São Paulo Futebol Clube, a maior instituição futebolística deste país!
        Doa a quem doer!

        Curtir

  4. Sei que hoje tem que encarar o jogo como uma decisão pra pegar um “refresco na tabela,pois temos mais time e o Flu é um time limitado sim e vamos jogar num estadio grande estilo Morumbi,então hoje não tem desculpa é entrar com tudo e ganhar o jogo pois os próximos serão mais complicados.

    Curtir

      • Relaxa,hoje acredito que sera bem diferente,pois contra o galo ,jogamos num estadio pequeno e querendo ou não o galo apesar da campanha desastrosa tem bons jogadores e infelismente naquele dia jogaram bem,entao nao vejo muita semelhança nesses dois jogos a não ser que o SPFC tenha uma atuação mediocre .Mas estou super otimista pro jogo de jogo de hoje pelo cenario do jogo.

        Curtir

  5. FBN
    17 DE OUTUBRO DE 2017 ÀS 21:43
    E no post da tarde que eu sugeri o nome do Bernard, teve torcedor que disse que o marketing do garoto é inexistente pelos 7 x 1, outra bobagem, tem jogador que estava no 7 x 1 e é campeão Europeu (Marcelo), no fim da tarde o Palmeiras disse ter interesse em seu futebol.
    No SPFC ninguém serve, ninguém oresta.

    —————————————————————————————–

    Costumo discordar veemente de muitos pontos que você coloca na mesa, FBN, mas nessa sou obrigado a concordar amplamente com você… ninguém presta pra vir, mas se vai embora do clube, já começam a chorar. Falta um pouco de boa vontade com algumas coisas do clube.

    Curtir

      • Quem manda no Bernard é o KIA JOORABCHIAN, inclusive “pagou” sua convocação para disputar a Copa do Mundo no Brasil, queimando nosso querido Lucas, se o Kia quiser colocá-lo no São Paulo ele coloca, a palavra final é dele.

        Curtir

      • Pois é, Edgar… eu falei aquilo ali no geral mesmo… hoje em dia ninguém presta no SPFC… se vem de time menor, é pq não pode jogador de time pequeno jogar no SP, não aguenta pressão se vem de time grande do Brasil é refugo ou reserva, então não merece jogar no SP, se vem de fora ele está se aposentando, tava encostado, ou tá em decadência, então não pode jogar no SP. Ou seja, sobra o quê?

        Se viesse o Bernard seria uma grande contratação. Se iria dar certo, só o tempo dirá, mas tenha certeza que vai ter nego chorando se ele for pro Palmeiras e arrebentar lá.

        Curtir

    • Sim amigo, precisamos valorizar mais quem chega, o Maicosuel foi simplesmente criticado por muitos, o rapaz é boa praça, bom de grupo, muito bom jogador, pediu para não receber salários no processo de recuperação, o coitado teve azar em se contundir quando chegou, tenho certeza que nos dará muitas alegrias.

      Veja a galinhada, confiou no Jô que estava sem moral no mundo da bola e hoje o cara é indispensável no elenco deles.

      Abração amigo.

      Curtir

    • “Antes de tudo, foi a realização de um sonho estar no mesmo campo que o Kaká…”

      Isso é algo que não dá pra mensurar o quanto ele agregaria nesse sentido. Por exemplo, não sei se foi apenas coincidência, mas os melhores jogos do Auro foram quando o Kaká estava por aqui.

      Curtir

  6. Hola!

    Estava lendo um comentário do FBN sobre o que tange ao assunto Mito e achei interessante o comentário dele. Não que discorde dele, mas hj qualquer pessoa é um mito, mas ninguém parece saber o significado de ser um mito ou uma legenda. Ele disse que era o Rai, mas por mais que os jogadores da época fossem grande idolos e craques, eles jamais serão um mito de verdade.

    Para ser um mito esse tem que ter reconhecimento de todos, respeito e admiração de todos. Além disso tem que ter como caracteristica a carisma que é um ponto marcante da pessoa que atinge o status de mito. Cassyus Clay é um dos exemplos de mito, respeitado e admirado por muitos e um homem que era devoto as suas crenças chegando a ajudar pessoas a serem livres de governantes ditatoriais. No caso do São Paulo o maior mito ou legenda da história sãopaulina é José Poy. respeitado e admirado por todos torcedores de times. Esse mostrava seu lado carismático e demonstrava amor ao SP jogando em época de vacas magras. Teve oportunidade de ir a outros clubes, mas preferiu ficar e ajudar o SP a fazer seu estádio mesmo ganhando menos. Homens que fazia sacrifício igual ele fez não existe na geração de jogadores de 90 para cá.

    Curtir

    • Mitsuo, muito bom seu comentário, cada um de nós temos opiniões, conceitos, análises sobre o mundo do futebol.

      Por isso que o ex goleiro Marcos ex Palmeiras é idolatrado por quase todo o Brasil, não só pelos Palmeirenses, já me encontrei com ele em Aeroporto, que até rivais Corinthianos queriam uma foto com ele.

      O Marcos tem uma fala pura e sincera, agrada a todos, é humilde.

      Também acho que em épocas que até ex BBB é artista, temos falsos Mitos sim, acho sim o Rogério Ceni um atleta de grande história no São Paulo, em números de jogos disputados, títulos, records pessoais, etc.

      Mas a sua pessoa não me passa sinceridade e sim falsidade, arrogância, prepotência, etc.

      Frequentei por anos o clube e sei da falsidade que impera esse meio, não aceita ser questionado, ele sempre tem a razão, cheguei a falar com funcionários do clube que diziam “esse cara não desce”, tipo o cara que quer mostrar que é simpático de forma artificial, que quer construir uma imagem que não é dele de verdade.

      Derrubou treinadores, queimou jogadores, discutiu com jornalistas recentemente queimando a imagem do clube, enfim, a palavra “mito” é forte, cada um de nós temos e cultivamos nossos ídolos, seja na ciência, no esporte, na arte, etc.

      Como já havia dito, meu mito e ídolo no São Paulo é o Raí e no Esporte Brasileiro é os Oscar mão Santa e no Mundo é Michel Jordan.

      Abraço Mitsuo.

      Curtido por 1 pessoa

  7. Sobre especulações.

    Não penso que o SP será ruim com a New Balance pois é uma grande marca. As pessoas criticam tanto a diretoria, mas se o clube acertar com N. B. será uma boa para SP.

    Sobre os jogadores especulados. Nenhum dos nomes especulados vejo com algo que provoque melhoramento na equipe.

    Curtir

  8. Vejo 02 pessoas apenas nesse blog com o intuito de atacar a figura do Rogério Ceni, se é ou não é ídolo de todos, outro julga o caráter só de ouvir falar por terceiros e já torna aquilo como uma verdade absoluta, defende ídolos de outras agremiações, tolera e dá parabéns as péssimas administrações do nosso Tricolor e diz que estamos nos apequenando e nos comparando a lixos de times como os travecos da marginal sem numero e da portuguesa, sendo que já foi pedido inúmeras vezes para não nos atermos a quem foi e será o maior ídolo da história do maior e mais vitorioso clube do Brasil, nós já sabemos suas opiniões a respeito de quem vcs tem como ídolos ou Mitos, já ta bom, vamos focar no problema maior que é esse Presidente inócuo e acéfalo que comanda o nosso Clube bem amado.

    #VamosTricolor

    Curtir

Comente aqui, Tricolor!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s