E nesta noite de quarta-feira, pós carnaval, um jogo histórico. Pela primeira vez se enfrentaram em uma Libertadores os arquirivais Corinthians e SPFC.

Muito se falou a respeito, hoje o assunto na TV e nas ruas foi esse finalmente o grande jogo chegou.

Tanto mistério foi feito e eis que veio a escalação: com AK e LF  na frente, Maicon no meio e Michel Bastos na lateral. MEU DEUS!

Veio o jogo e não poderia começar diferente: movimentado! Como imaginado o time de Itaquera começou indo para cima porém parou na boa marcação inicial do Maior do Mundo. Porém , o Tricolor teve muita dificuldade de se arrumar em campo e partir para o ataque.

E a falta de organização e também em falha de marcação nos custou caro. Aos 11, Em jogada de Fagner para Danilo, que ajeitou para Jadson deixou Elias na cara de Rogério Ceni. Resultado? Gol dos caras. Obrigada, Muricy! Elias, sozinho no lance do gol porque o seu pupilo Maicon não marcou.

Passado o “susto” o Tricolor foi se ajeitando em campo. Por√©m, sem qualquer efetividade e se dando ao luxo de desperdi√ßar posse de bola. Enquanto isso o time de Itaquera jogava com 11 j√° que havia conseguido exatamente o que queria: marcar um gol e retrancar!

O São Paulo passou a ter mais posse de bola a partir desse recuada corinthiana, porém o Tricolor não levou nenhum perigo à área adversária.

E assim terminou a primeira etapa do “Majestoso”.

Veio o segundo tempo e os times voltaram iguaizinhos. Início movimentado com o Corinthians pressionando e jogando em cima do nosso erro.

Por volta dos 08 minutos MR fez o que todos nós esperávamos: mexeu no time. Saiu AK para entrada de Reinaldo. com a mudança, Michel Bastos passou a jogar no meio. Muito melhor, não?

E assim seguimos com o jogo equilibrado e alguma pancadaria.

De um lado ataque, de outro defesa. Defesa precisa, ataque medíocre.

E ent√£o, o que era temido por todos aconteceu. Numa falta n√£o dada em cima de Bruno, Sheik puxou o contra-ataque que encontrou Jadson. Gol do Corinthians. Juiz sendo 12o. jogador do advers√°rio mas em nada alivia a fraqueza do nosso time.

O Tricolor sentiu ainda mais o golpe e até tentou mudar algo, tendo inclusive boa posse de bola mas a falta de objetividade nos matou minuto a minuto.

Simplesmente n√£o demos um chute sequer a gol. Unzinho. √Č inadmiss√≠vel um time como o SPFC se deixar abater tanto frente a um rival em um jogo de Libertadores. Mas hoje n√£o d√° para reclamar deste ou daquele jogador. O esquema de jogo √© que foi falho, burocr√°tico, pesado e sem efetividade. Joguemos tudo isso na conta do Sr. Muricy Ramalho.

Sabemos que nada est√° perdido. √Č s√≥ o primeiro jogo √© mais que normal perder fora de casa numa competi√ß√£o como essa. Nossa hist√≥ria j√° nos mostrou isso inclusive. Mas tendo op√ß√Ķes e um bom time, falta ter um t√©cnico que saiba o que fazer com as pe√ßas que tem. O t√©cnico advers√°rio soube . Muricy Ramalho n√£o.

E assim terminou a peleja. Chato demais. Mas, sigamos. Muita √°gua ainda rolar√° debaixo dessa ponte. Oremos!

Avante, meu Tricolor!

Bola Cheia: Ninguém

Bola Murcha:

Juiz, que ajudou no segundo gol da escória

Muricy Ramalho, por sua teimosia em esquemas já sabidos que não funcionam. AK e LF? Michel Bastos na lateral? Botemos na conta do especialista que escondeu tanto o jogo para fazer uma lambança dessa. Fomos engolidos!