Coluna do José Renato: 24 de julho de 1994, quando enterramos o sonho palmeirense.

Jos+® Renato

O Palmeiras era considerado um dos grandes favoritos para a conquista da Taça Libertadores de 1994.

Com uma equipe gerida e bancada pela empresa italiana Parmalat, o alviverde nos enfrentou pelas Oitavas de Finais daquela competição.

Em 27 de abril em partida realizada no Pacaembu, o Palmeiras dominou o Tricolor, algo inusitado e totalmente inesperado, afinal, éramos os atuais bicampeões sul-americanos.

O que se viu naquele jogo foi uma grande atuação de Zetti que praticamente fechou o gol.

No entanto, ao final, fomos terrivelmente prejudicados pela arbitragem.

Apenas o arbitro João Paulo Araújo não viu o meio campista César Sampaio puxar o atacante Euler dentro da área.

Um escândalo.

Alguns dias depois, as duas equipes voltaram a se encontrar, desta vez no Morumbi em partida válida pelo Campeonato Paulista.

Em um dia histórico, marcado pela morte de Ayrton Senna, 1° de maio, o Palmeiras venceu por 3 a 2, de virada, dando um grande passo para a conquista do estadual.

Estes jogos fizeram com que toda a diretoria e comissão técnica palmeirense comandada por Vanderlei Luxemburgo, considerasse o jogo da volta, apenas como um jogo qualquer.

A certeza de classificação era tanta, que o Palmeiras aproveitou a Copa do Mundo para excursionar pelo Japão.

Segundo alguns de seus dirigentes para conhecer e definir detalhes da sua viagem ao final do ano para decidir o Mundial.

Pois é…

Futebol não se vence assim.

Após a Copa do Mundo, em 24 de julho de 1994, São Paulo e Palmeiras voltaram a se enfrentar.

Talvez na única grande partida de Euler, vestindo a camisa tricolor, o São Paulo despachou o Palmeiras após uma convincente vitória de 2 a 1, com dois gols do “Filho do Vento”.

Para lembrar, aquele dia, o Mestre Telê escalou o Tricolor com Zetti, Júnior Baiano, Válber, Gilmar, Vítor, Axel, Cafu depois Juninho, Palhinha depois Ronaldo Luís, André Luís, Euller e Muller.

Vale relembrar:

Por: José Renato Sátiro Santiago

37 comentários

  1. o Muller hoje pode ser babaca e falar asneiras pacas….
    mas que o cara jogou muito pelo Tricolor….isso nao resta duvida nenhuma

  2. Eeeeeeeeeeeentretanto…
    Como acreditar que negociariam Juan e Douglas porque são jogadores pífios?
    São os que sempre estão sendo escalados.
    Se seus substitutos imediatos são piores que eles, então que estes jogadores sejam emprestados, mantendo Juan e Douglas na reserva.

    Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeentretanto… não está muito difícil não acreditar que fatores ‘estranhos’ estejam influenciando na permanência de tão fracos jogadores na titularidade.
    O que reforça ainda mais a dificuldade em vê-los envolvidos numa suposta transação.
    A não ser que seja muito mais de interesse de Lusa em ter jogadores ‘acima’ da qualidade dos reservas.
    Aí, temos novamente a questão de contratação Tricolor.
    Por que contrataram jogadores piores que Juan e Douglas?

  3. Bom dia

    Só não mandaria o Silvinho pra lusa, até agora não mostrou muita coisa mas temos poucos atacantes no elenco.. e se o Osvaldo tiver uma contusão mais séria??? A Lusa precisa de um LE, manda o Juan! E manda um LD, Douglas ou Caramelo!

  4. Jr – Bauru disse:
    24 de julho de 2013 às 12:36 (Editar)
    falae Subssss
    então né cara, dificil estas indagacoes que fez…
    nao da para entender isto…
    realmente paramos no tempo
    ————————————————————-
    Com certeza, Jr..

    Delega-se a maior parte da responsabilidade pela atual situação Tricolor a um só dos envolvidos:
    A quem montou o elenco.

    Falam que Juan veio em por causa de uma solicitação do antigo treinador.
    Será que não pode ter sido assim o pedido de Ney Franco:
    “Quero esse.”
    “Não dá.”
    “Então aquele.”
    “Muito caro, também.”
    “Me dê aquele lá.”
    “Complicado…”
    “Quem vocês têm em mente?”
    “Fulano.”
    “Fulano? Poxa… não tem o perfil que preciso. Nem da posição é. Que tal o Beltrano?”
    “Impossível.”
    “E o Ciclano?”
    “Pior ainda.”
    “Meu Deus… tem mais alguém em vista? Não consigo mais imaginar um jogador sequer com as características necessárias!”
    “Olha… tem o Juan. Esse tá fácil.”
    “Pouts… fico entre Fulano e Juan?”
    “Sim.”
    “Mas, Fulano é dose… Pego o Juan, mesmo.”

    E no dia seguinte: Ney Franco solicitou Juan.

    • Perdemos aquela Libertadores, principalmente por não podermos contar com Leonardo, que foi embora depois da Copa. E o SPFC sempre perdeu grandes jogadores no meio do ano, às vésperas de decisões, Vágner em 2000 e Ricardo Oliveira em 2006, será que as diretorias de cada época não previram?

    • Jeff, você viu a entrevista ou leu? O que ele disse é que teve a felicidade de ganhar mais títulos no sevilla, não que preferia jogar lá.

    • Cara, ele falou que foi mais feliz em relação a conquistas de titulos, não de que ele era mais alegre ou que gostava mais de la do daqui

      Ex.: “Fui feliz em acertar as questões dessa prova, na anterior não tive a mesma felicidade.”

      É que do jeito que os caras escrevem e dão enfase só nessa frase (e não no contesto geral), fica parecendo que ele não gosta de estar aqui.

    • O Palmeiras era o time da moda, vários amigos meus que não ligavam pra futebol viraram porcos do dia pra noite. A Parmalat lavou.. ops..investiu muito dinheiro neles, era o time a ser batido ..
      Lembro que assisti a esses jogos.. e nessa libertadores fui a fatídica final no Morumbi …com a camiseta da TAM que tenho até hoje…

  5. Li uma materia de que o PA comandou um treino para os jogadores não relacionados…

    A tempos nao via isso…

    PA tem todo meu apoio!

  6. Quem for ao Morumbi hoje deveria ser condecorado com uma medalha que representasse o mais alto grau de sãopaulinidade.
    Se for de transporte público então, merecia uma estátua no Salão Nobre.

  7. E o Casemiro fez outro gol no Real. Dois jogos dois gols.
    É muito bom jogador, muito mesmo. Em condições físicas ideais, seria uma solução e tanto para o problema na saída de bola dos nossos volantes. Tem muita qualidade no passe.
    Problema é que não se dedicou no São Paulo e ainda com um clima sempre conturbado foi se queimando.

  8. Tomara que seja mesmo uma vitória de reação, não uma vitória sem convencer e já na próxima levar uma sapecada. Tem vitórias que só servem para tomar um fôlego no mar da crise e voltar, logo em seguida, a se debater e afundar. novamente.

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