A Igreja Católica diz que são 7 os pecados capitais. O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, demonstra possuir todos eles. O flagelo é do time com nome de santo que, acostumado ao céu, vê o inferno cada vez mais próximo.

Sua ira desencadeou no desgaste das rela√ß√Ķes do S√£o Paulo com a CBF e os outros clubes.

Sua soberba acabou com qualquer oposição política no antes diferenciado e democrático clube do Morumbi. Só ele manda e desmanda.

Sua gula se refletiu na gananciosa e imunda manobra política para perpetuar-se no poder, rasgando o estatuto.

Sua avareza contribuiu para o rod√≠zio de t√©cnicos fracos e contrata√ß√Ķes de jogadores med√≠ocres, em apostas cada vez mais absurdas. Fato raro no Tricolor.

Sua inveja √© flagrante quando, em vez de cuidar do pr√≥prio patrim√īnio, ataca quem hoje √© modelo de gest√£o.

Sua rela√ß√£o com a lux√ļria √© gritada pelos s√£o paulinos: filho da p‚Ķ!

Sua preguiça em assumir os fiascos e pedir pra sair impede o clube de retomar o caminho de glórias que acostumou-se a trilhar e virou hino.

Juvenal, confesse-os todos e saia. Você e o São Paulo ainda têm salvação. Não dá para ser soberano sendo ordinário.

Escute os 20 milh√Ķes de fi√©is que suplicam pela sua sa√≠da e justificam, talvez pela primeira vez, o apelido de Clube da F√©.

Amém.

Lucca Bopp