1 mês de Roger Machado no São Paulo: Qual o balanço de momento do técnico?

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Roger Machado completa um mês à frente do São Paulo neste sábado, 11 de abril, e o balanço até aqui mostra um time em transição, com resultados mistos, mas já com um desenho de jogo mais parecido com o estilo que o novo técnico deseja implantar no Morumbi. Contratado para substituir Hernán Crespo após uma saída tumultuada, o treinador viveu pressão desde o anúncio, mas, com o tempo, vem ganhando espaço institucional para testar mudanças táticas, mexer no elenco e reorganizar o time após uma fase de instabilidade.
Na primeira semana, Roger manteve a base de Crespo, com o meio‑campo formado por Danielzinho, Bobadilla e Marcos Antônio, e até chegou à liderança do Brasileirão, mostrando que o elenco vinha bem estruturado. Em sete jogos no comando, o aproveitamento do treinador é de 61%, com quatro vitórias, um empate e duas derrotas, índice abaixo de Crespo e Zubeldía no mesmo período, mas suficiente para manter o São Paulo próximo da parte de cima da tabela, em disputa direta com Palmeiras e Atlético‑MG.
O ponto de virada veio após a pausa para a Data Fifa, quando o técnico teve cerca de dez dias para treinar e reequilibrar o time. A partir do empate com o Internacional, no dia 2 de abril, Roger passou a adotar o 4‑3‑3 com pontas abertos, aproveitando a chegada de Artur, emprestado pelo Botafogo, para deixar o meio‑campo mais equilibrado e menos dependente de um único organizador. A saída de Arboleda, com o zagueiro ausente no Equador, também forçou o Tricolor a reorganizar a defesa, com mais rodízio entre os jogadores de zaga e o uso de jogadores de menor peso nominal.
O São Paulo volta a discutir internamente o casamento entre contratações pontuais e a valorização de revelações, algo que o treinador defende em bastidores como parte essencial do projeto de curto prazo, mesmo em meio a pressão por resultados imediatos.
Agora, com o São Paulo ocupando a vice‑liderança do Brasileirão — 20 pontos, cinco a menos que o Palmeiras. Roger encara o clássico diante do Vitória, neste sábado, como um novo teste de sua identidade. O time precisa demonstrar que o 4‑3‑3 e a maior presença da base não são apenas um recurso de curto prazo, mas um modelo capaz de sustentar o desempenho em duas competições. Após a pressão inicial na chegada, o técnico busca, portanto, dar uma nova forma à equipe: mais competitiva, organizada e conectada com a base, mesmo que o saldo ainda esteja em construção.
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Ruim
Disse pouco, mas disse tudo…
Fraco. De times inferiores se não vencer de quem vencerá.
O Rui Costa, o Rafinha e o Massis contrataram ele para disputar todos os títulos. Quando ele chegou estava na liderança empatado com o bidabê, agora está devendo 5 pontos. Parece que o objetivo não será alcançado.
Ainda é pouco tempo mas até agora ruim. O time perdeu identidade e até quando jogou bem mostrou algumas falhas. Muitos gols sofridos e muitos cruzamentos. Torcendo pra que melhore
O aproveitamento do Crespo e do Zubeldia foram abaixo disso.
O do Crespo foi mais ou menos 50% e do Zubeldia 57%.
É muito ódio gratuito ao Roger. Kkkk
Lembrando que o Crespo disputou o Paulistinha.
Outra coisa, dos dois jogos que o Roger perdeu, um foi contra o Palmeiras que o São Paulo não vence há dois anos e o outro foi contra o Atlético mineiro que o São Paulo não vence há 10 anos fora de casa.
O que está escrito no texto é que o aproveitamento do Zubeldía e do Crespo era maior no mesmo recorte de jogos, ou seja, nos sete jogos iniciais, não no total da passagem. E eles iniciaram os trabalhos com o time em crise, ao contrário do Roger.
Não só isso!
Eles receberam o time em crise, com derrotas seguidas, salários atrasados, e com diretor de futebol caótico.
Roger recebeu um time redondinho, na ponta da tabela, com salários em dia e com um diretor amigão dos empresários deles.
O Crespo perdeu pro Atlético-MG?
Roger recebeu um time redondo, que tava na ponta da tabela. Hoje temos um time instável, previsível e mono-jogadas.
Crespo recebeu um time destruído.
Zubeldia recebeu um time destruído.
É muito tesão de reclamar. Crespo e Zubeldia no início de trabalho de ambos em 7 jogos tiveram melhor aproveitamento. Pensa ao invés de vomitar.
Bom dia
Pelo que foi dito de que ele viria com discurso de disputar todos os títulos,não tem desculpa nenhuma de ter tirado o São Paulo da liderança e das 9 vitórias invictas, e do melhor começo de brasileiro desde que começou os pontos corridos,se vira; ganhar todos os títulos é obrigação…
Para deixar bem claro,não estou defendendo o Crespo,estou cobrando o discurso de campeão que foi falado,tanto pelo Rui bosta quanto pelo próprio Roger Machado na coletiva de apresentação.
E repito:
-Ganhar todos os títulos é obrigação…
Eu gosto do Crespo…mas em ambas as passagens a saída foi conturbada com jogadores reclamando. Eu dou um voto de confiança ao Roger. Dizem que ele deixou o Inter próximo ao Z4, mas esquecem que ele foi vice campeão brasileiro num time que nao e mais top de linha no Brasil.
O GE analisou o São Paulo como quarto melhor elenco do Brasil. Acho meio exagerado. Talvez sejamos o sexto…mas isto deixa claro que o Sr Hernan Crespo usou a crise do clube durante todo o período que estava aqui para justificar seus erros bisonhos como escalar Luan, conseguir a proeza de ser eliminado pela LDU e Atlético PR ou tomar 6 do fluminense. Crespo e bom…mas sua narrativa era mto melhor.
Ah, desculpa!
Não pode avaliar todo o aproveitamento do trabalho, pois vai dar um aproveitamento mais baixo que o do Roger.
Tem que fazer um recorte jogos para a crítica fazer sentido.
Mas não tem critica alguma a ninguém. Qual é o seu problema?
Onde tem critica? Outro dia postei o histórico dele aqui normal e não há nada além de comparativos.
Sua mente está caçando treta em vão.
Você pode nos em qual ano o Roger Machado foi vice campeão brasileiro?
2024
Bom dia.
Concordo plenamente.
Crespo sempre foi super valorizado e teve resultados que com outros no comando, pediriam o empalamento.
Desclassificado na Copa do Brasil por time na segunda divisão, apanhou 2 x para um time mediano da LDU e a goleada de 6, fariam torcedores pedir a demissão de outros treinadores.
Nosso elenco é mediano, está numa posição muito boa no momento.
Não gosto do Roger mas Crespo também não
Dou mais peso ao elenco que ao treineiro
Vamos ver ao final do primeiro turno.
VC não gosta de ninguém
Time pego com o bonde andando e emel crise, mal funcionava com o técnico anterior e deveria funcionar com o Crespo? Sem atacantes, clube vivendo numa crise medica, constantes jogadores machucados e sem ritmo de jogo, uso do mounjaro, provavelmente foram demitidos alguns dos profissionais do DM porque Crespo reclamou intenarmente e isso pode ter sido pavio de descontamento de diretores e jogadores até culminar na demissão sumária e sem sentido até hoje do crespo. Foram as folgas ou falas que demitiram? Para mim está mal explicado
Técnico fraco, não fazia e continua não fazendo sentido algum ter tirado o Crespo, 424 a longo prazo não funciona, a ver.
E vc gosta de qualquer coisa
Claro, pq VC acha que gosto de ti?
Na minha cabeça, não faz sentido tirar um técnico que ralou pra achar um time, jogou com vários esquemas táticos até achar o dinamismo do trio de meio-campo dai a diretoria demite o cara que tem apoio da torcida com um time arrumado pra trazer outro que só joga com pontas, o oposto das características do time. É como você ter uma casa em reforma e o dono chega pro engenheiro e fala pra destruir e construir outra.
Bobadilla, Marcos Antônio, Sabino, Luciano e Carelli estavam jogando muito com Crespo. Agora parece que o time acabou.
Exatamente
Se até quem tem caráter pra lá de duvidoso
você gosta, não teria porque não gostar de mim.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Acordaste no modo Abel Ferreira
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Pois
Ganhar de times fracos ou desorganizado no mínimo que se pede é a obrigatória vitória, tais como do time que jogou na sul-americana e o desorganizado Cruzeiro. Não vencer do Inter foi pakaba assim como a decepcionante derrota para o Atlético MG e ainda da forma que jogou. Ganhar do Vitória hj é uma obrigacao
O Roger Machado terá a chance que poucos técnicos tiveram nos últimos anos no SPFC. Pegou um time já formado e sem estar em crise.
Já mudou o esquema, tem mais respaldo que o seu antecessor e chegou com a missão de colocar o time na disputa por todos os títulos do ano.
Então o seu trabalho tem que ser analisado em cima destas premissas.
Se na visão da diretoria, ele é um técnico vencedor e moderno, então o torcedor tem que esperar um futebol moderno e um time vencedor!
C.q.d. quem entender entendera.
Ele chegou para nos levar as conquistas!
Confia no homem!
Haha to esfregando as maos aqui.
Obrigado, Zanquetta. A pergunta era para o João, mas não saiu como resposta.
Em 2024, o vice campeão foi o bidabê e o Internacional do Roger foi o quinto colocado.
Ele chegou a ser 2o e caiu no fim. Deve ser isso.
Relaxa Zanca, é o quase Analfabetismo funcional, zero interpretação de textos.
Estou de boa mas falar que fiz um ataque onde não existe nem critica é foda
Clássico diante do vitória?
Texto de IA.
Não é.
Assim fica bom?
Roger Machado completa neste sábado, 11 de abril, seu primeiro mês no comando do São Paulo. O balanço do período mostra um time ainda em processo de ajuste, mas já com sinais mais nítidos da identidade que o treinador quer consolidar. Os resultados foram mistos, porém o principal dado desse início talvez não esteja apenas na campanha, e sim na transição visível entre a estrutura herdada e o modelo que Roger começou a implantar depois de ter mais tempo para treinar.
Contratado para substituir Hernán Crespo após uma saída conturbada, Roger assumiu o cargo sob pressão e, num primeiro momento, evitou mudanças bruscas. Nos jogos iniciais, preservou boa parte da base anterior, inclusive o meio-campo com Danielzinho, Bobadilla e Marcos Antônio, numa tentativa de manter competitividade imediata enquanto observava melhor o elenco. Esse caminho ajudou o São Paulo a seguir pontuando e até a alcançar a liderança do Brasileirão em determinado momento, antes da queda provocada pelas derrotas para Atlético-MG e Palmeiras.
Em sete partidas no comando, Roger soma quatro vitórias, um empate e duas derrotas, com 61% de aproveitamento. Não é um início avassalador, mas tampouco é um cenário de ruptura: o São Paulo segue entre os primeiros colocados e chega a este sábado na vice-liderança do Campeonato Brasileiro, com 20 pontos, cinco atrás do Palmeiras.
O ponto mais importante desse primeiro mês veio depois da pausa para a Data Fifa. Com cerca de dez dias para treinar, Roger conseguiu mexer de forma mais profunda na organização da equipe. A partir do empate com o Internacional, em 2 de abril, o São Paulo passou a exibir com mais clareza o 4-3-3 com pontas abertos, desenho que se aproxima mais daquilo que o técnico entende como ideal para dar amplitude, atacar melhor os espaços e distribuir o peso criativo da equipe.
Nesse processo, houve uma mudança importante que o texto anterior praticamente deixava escapar: a chegada de Artur, por empréstimo do Botafogo, não apenas ampliou as opções ofensivas, mas abriu espaço para uma alteração concreta na hierarquia do time. Danielzinho perdeu lugar entre os titulares, e o São Paulo passou a depender menos de um articulador central único, com mais jogo pelos lados e uma ocupação mais equilibrada do campo. Esse é um detalhe relevante porque ajuda a explicar que a mudança não foi só estética ou posicional; ela também mexeu na lógica de funcionamento do time.
Na defesa, o contexto também pesou. A ausência de Arboleda, que viajou ao Equador, obrigou Roger a reorganizar a zaga e testar novas combinações. Não foi apenas uma troca pontual de peça: a necessidade de rodízio expôs a busca por alternativas menos consolidadas e mostrou que esse primeiro mês também foi marcado por adaptações forçadas, não apenas por escolhas planejadas.
Outro ponto que merece entrar na narrativa é que esse início de trabalho não acontece num vazio competitivo. O São Paulo não está apenas tentando melhorar o desempenho no Brasileirão; o time também começou sua caminhada na fase de grupos da Sul-Americana com vitória sobre o Boston River, no Uruguai. Isso reforça o tamanho do desafio para Roger: ajustar estrutura, recuperar confiança e consolidar um modelo de jogo enquanto a equipe precisa responder em mais de uma frente.
Além da questão tática, Roger também recolocou em pauta uma discussão importante dentro do clube: o equilíbrio entre contratações pontuais e valorização da base. Nos bastidores e publicamente, o treinador tem sinalizado que vê os jovens como parte real da construção do time, e não apenas como recurso emergencial. Isso não elimina a pressão por resultado, mas indica uma tentativa de dar ao São Paulo um caminho menos improvisado e mais coerente entre curto prazo e formação de elenco.
O confronto deste sábado contra o Vitória, fora de casa, portanto, funciona como mais do que um simples compromisso de tabela. Não se trata de clássico, e sim de um teste importante para medir se o time já consegue sustentar fora do Morumbi essa nova configuração com pontas mais abertos, maior mobilidade ofensiva e integração gradual de novas peças e jovens do elenco. A equipe chega embalada pela goleada sobre o Cruzeiro no Brasileirão e pela vitória na Sul-Americana, mas também cercada por desfalques relevantes, como Luciano, Bobadilla, Pablo Maia, Calleri e Sabino, o que torna a avaliação do trabalho ainda mais complexa.
No fim das contas, o primeiro mês de Roger Machado no São Paulo não pode ser resumido apenas por números. O dado central é que o treinador começou preservando uma base para não quebrar o time de imediato, mas já deu passos concretos para reposicionar a equipe em outra direção. O São Paulo de hoje ainda está longe de ser uma obra pronta, porém já é menos um time tentando sobreviver à troca de comando e mais um time em processo real de reorganização. É isso que faz deste início um período de transição de verdade: ainda há oscilações, mas a equipe já começa a exibir traços reconhecíveis do que Roger quer construir.
Contras:
Uma pá de lesão …
Derrotas sem chutar no gol..
Barrou o Arboleda…(Preferiu o Toloi)…
Prós:
Goleou o Cruzeiro ( time do Crespo e do Zubeldia tinham dó dos adversários)
Só me permitia discordar…Barrar o Arboleda foi uma decisão acertada. O clube nao pode se submeter a exigência de jogador indisciplinado. Lesão muscular somente do Sabino e Luciano. Maia, Calleri e Bobaddila nada tem a ver com preparacao fisica ou desgaste excessivo. Mto provavelmente contusões como aconteceriam com outro treinador devido a sequência de jogos.
Coloco como pro usar Ferreirinha.. ele nao e um top…mas time sem pelo menos um atacante rapido morre de fome..cedo ou tarde, o time de Crespo ia sofrer com isto.
João
Não sei se vc assiste ao campeonato Argentino.
A marcação é individual.
Não fazem marcação por zona.
Os jogadores chegam cansados.
Inclusive, jogos de pouquíssimos gols.
Tente acompanhar, se não acompanha.
Mas as lesões de Lucas Moura e Calleri tem a ver com o estilo de jogo ou foram fatalidades do jogo ?
Técnico ruim é azarado
Era o que diziam de Telê Santana após as Copas de 82 e 86
Meu Deus. Quando o Tele gaúcho chegar aos pés de falarem isso dele, me acorda
Pesquise
Telê Santana deu entrevista no Roda Viva quando Heródoto Barbeiro era o âncora
Ele fala disso, da fama de pé-frio
Ele tinha. Mas ele um gênio. O Roger é um asno.
Mas era o que diziam dele ao final da Copa de 86
Que era pé-frio.
Pesquise
Vai aqui ele falando disso :
https://www.instagram.com/reel/DOO7rQukWEr/?hl=ne
Copa de 86, 82 e uma vida de grandes Times jogando muito. Não um burrao que treinou Juventude e Bahia
Diferença eh q o Tele tinha ganhou um brasileiro e alguns estaduais q não naquela época os níveis eram outros…
Balanço.
Fora Roger destruí a preparação física, destruí o estilo de jogo.
Acabou com o futebol do Danielzinho, Marcos Antônio, Lucas Ramon
E trouxe o Arthur que o torcida do Botafogo está dando festa 🎉🎉🎉
Parabéns Rui Costa, Rafinha e Roger.
Série B se cair não sobe mais. Escutem bem SPFC não sabe jogar com times que sabem se fechar.